“A aldeia e os curumins”, por Alice Kohler

Através do olhar do “fotógrafo viajante”, Kohler nos leva para uma doce, e ao mesmo tempo, difícil realidade que ronda a vida do índio, em especial do curumim, no Brasil de hoje. As fotografias, que registram a vida das crianças da aldeia são das Aldeias Asurini e Araweté, no Médio Xingu, Amazônia.

“A liberdade com que o curumim vive, é algo que jamais vi!
Algumas etnias se desenvolveram e hoje em dia vivem do que produzem e gerenciam seu futuro. Mas esta não é a realidade da maioria das aldeias espalhadas por este país. Os arawetés, por exemplo, vivem em condições precárias, vítimas do contato com o homem branco, que introduziu no seu cotidiano, não só doenças da cidade, como também o açúcar e o plástico. É um assunto delicado e que precisa de atenção, especialmente de nós, brasileiros. Afinal, os índios são nosso passado, ainda habitam nosso presente, e queremos que façam parte de nosso futuro. Tento mostrar aos brasileiros, os brasileiros que a maioria do nosso povo desconhece.”
Alice Kohler

Curadoria: Fabiano Cafure
Visitação: até 13 de março de 2011

Instituto Cultural Kreatori
Rua Alice, 209 – Laranjeiras | Rio de Janeiro / RJ
+55 21 3734-4326
http://www.kreatori.com.br/ | institutokreatori@gmail.com
Twitter: @artenokreatori
Facebook: Instituto Kreatori

Horários de visitação:

terça a quinta: das 14h às 18h30
sexta e sábado: das 15h às 21h
domingos: das 14h às 18h
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2 respostas para “A aldeia e os curumins”, por Alice Kohler

  1. Linda foto. O momento da alegria. Parece um Beija-flor. Será um pássaro? Um anjo? Uma criatura do Deus da Alegria na Floresta dos Homens antes da criação do dinheiro com certeza. Não se sabe se é menino ou menina. É a virtude em estado puro.

  2. Essa imagem parou no ar um momento universal da alegria.
    Não haverá idiomas, línguas, culturas e conceitos que a ignorem em seu estado puro.
    Mais que uma criança voa o beija-flor, o martim-pescador, uma silfide, um pirilampo, uma Deusa que faz uma pose circular. Sem início, sem fim dessa divindade-meio do presente da floresta.

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